quinta-feira, 12 de abril de 2012

Como esconder a idade?

Antiaging Quiz: How to Look Younger: Reduce Wrinkles, Lines, Dark Circles, and More

Em busca da Pedra Filosofal: é preciso saber enganar a morte. Mas não será certamente tirando partido da imortalidade do corpo físico e dos produtos que "ajudam" a isso. A morte atreve-se a comer-nos por dentro. Na elegância da experiência adquirida ao longo da vida vale a pena aprender a dominar o Tempo!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Contracepção para os Homens?

New Male Birth Control Is 100% Effective (But Involves Needles!) | YourTango

O Site Your Tango está a divulgar: o leque de escolhas no planeamemto familiar masculino vai mudar! Há muito que se deseja que algo apareça para os homens. Vamos esperar para ver!
In: tumblr _lz78u12J5A1qgb7rto1_500 

sábado, 7 de abril de 2012

Sobre a necessidade do Pão de Ló!




Querido Cordeiro Pascal:
  Pode ser que a Arca da Aliança seja a prova final da existência de Deus mas, certamente concordas comigo, que o espírito Pascal, que dá testemunho da provação e da capacidade de renovação pessoal e comunitária, também tira partido de uma dimensão muito hedonista, talvez por influência das tradições pagãs: aquela que deriva da Culinária. É impensável dissociar a Páscoa da Culinária. Sobretudo, da doçaria e do Pão de Ló, que ajuda a compreender o que há de mais fofo nas artes da cozinha. 
   Ele há o Pão de Ló de Margaride (talvez o melhor de todos!), 
Pão de Ló de Margaride: imagem Google


o de Ovar, o da Avó. Mas, o mais saboroso é o de casa ==>


feito na nossa cozinha, com os ingredientes todos, incluindo a ternura... Feito por alguém que amamos, porque nisto de comida o amor também conta e vice-versa. Dizia o Millôr Fernandes, que era um génio (e os génios têm sempre razão!): “Antes de Freud, o sexo era um pecado maravilhoso, Agora é um enrolo tedioso.”
   Felizmente, que o Pão de Ló ainda faz parte dos nossos pecados...  Sem pecado não há vida.
 
Concordas, Cordeiro Pascal? Toma lá uma amêndoa!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Back to the basic

VÍDEO: Trailer do filme «Amigos Improváveis»: - TVI24

    A essência das coisas, é isso que se transmite às crianças nos primeiros anos de vida, em todas as áreas, desde a cognitiva até ao relacionamento em sociedade. Chama-se a isso preparar para a vida! Com base nessas múltiplas habilidades a criança torna-se num ser humano. A partir de determinadas aquisições a criança está preparada para resolver problemas e viver em comunidade com outros seres humanos.
    Infelizmente, por força das rotinas, do desleixo, do esquecimento e de tantas outras razões, com o passar dos anos, aquilo que aprendemos na Infância, a essência das coisas, o básico de tudo, a fundamentação do que fazemos, acaba por se esquecer, embora seja importante.
     Um pouco como a Filosofia, hoje em dia, o Cinema ajuda-nos a equacionar o abecedário da vida, a interrogar-mo-nos sobre o processo de construção do conhecimento. Um belíssimo filme francês, de seu nome “Amigos Improváveis”, acabado de estrear em Portugal levanta uma questão estruturante da condição humana e que tem a ver com uma necessidade muito actual: como se constrói uma relação humana? Quais são os pressupostos que lhe dão sentido, independentemente da sua natureza? Além da eficácia emocional, o que torna genuíno essa proximidade entre duas pessoas?
    Ao lançar um desafio, que até parece, pedagógico, “Amigos Improváveis” aproxima-nos do que importa na vida. É como um come back to the basic...  

Cemitérios, tabuletas e epitáfios | Escrever é triste

Cemitérios, tabuletas e epitáfios | Escrever é triste

 Em pleno dia da morte de Cristo, invoca-se o escândalo dos corpos, a parte mais material da nossa existência, a mais efémera e aquela que só é valorizada enquanto durar a beleza física...O que envelhece deixa de prestar, torna-se perecível!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

As Lágrimas Amargas da Semana Santa



       Dantes por esta altura do ano duas coisas marcavam o quotidiano dos portugueses: os filmes chatos que passavam no canal único de televisão, intercalados com concertos de música clássica, que, na prática, apenas contribuíram para criar um certo asco em relação a uma das maravilhas da cultura ocidental - a música, sobretudo, a barroca -  e um convívio inusitado com "neutros hermanos" que inundavam as praças das principais cidades, procuravam algum comércio tradicional (hoje, os centros comerciais!) e percorriam os pontos turísticos ávidos sabe-se lá de quê (talvez, à semelhança dos portugueses, de um ponto de fuga, uma aragem de diferença, em relação a uma Ditadura que os sufocava desde a Guerra Civil).
     Mudaram-se os tempos, mudaram-se (apenas!) algumas vontades. Hoje, a televisão, à excepção dos canais do Cabo, não traz alegria aos nossos corações. Felizmente, que acabou o ar irrespirável que impregnava a nossa vida colectiva (falta de liberdades, a censura, a repressão policial, o partido único, a Guerra Colonial, a Pide). E sobraram os queridos Espanhóis, a nossa outra face ibérica. Esses, com uma convicção quase que religiosa, continuam a procurar Portugal na Semana Santa. Passam por cá mas convivem pouco connosco, talvez porque somos muito parecidos nos hábitos, nos gostos e nos tiques de uma certa classe média (em decadência!), que é uma amálgama do kistch comportamental com a sofreguidão de viver o presente, à falta de perspectivas de um  futuro melhor.
        Mas, nesta Quinta Feira Santa, que já não existe para salvar as almas mas para enganar os corpos, o que me deixou incomodado foram as lágrimas legítimas daquele pai que tem assistido, impotente, ao sofrimento prolongado de uma filha a quem retiraram um pulmão, corroído por um carcinoma, que teima em resistir à radioterapia e à quimioterapia…
In: http://www.acores.net/blogger/view.php?id=15526

    O castigo da Cruz, se existe, cruza-se a miúdo com o destino de cada pai e de cada mãe quando a biologia perpetuada nos filhos entra em contradição com o direito à felicidade.
In: tumblr_ljht7c5TYG1qe0eclo1_r5_500.gif

quarta-feira, 4 de abril de 2012

A sombra luminosa dos filhos únicos

Pourquoi mon enfant ne sait pas jouer tout seul ? - Question / Réponse d'expert - Psychologie

      Nas famílias actuais, os filhos únicos, são apresentados como um quebra cabeças para a ordem natural.
     Na fantasia de tantos adultos e não exclusivamente dos pais, há sempre o lugar do outro, aquele que não veio a ser ocupado pelo filho que ficou por nascer - não interessa as razões - e que no imaginário de alguém constituiria um importante factor de equilíbrio do sistema familiar. 
    De um outro modo, o mal estar associado aos filhos únicos  decorre da força da sua natureza. Eles acabam por revelar, mais tarde ou mais cedo, algo de exagerado. Ou na forma como absorvem a atenção dos pais, por culpa destes, diga-se em abono da verdade... Ou pelos exageros do seu temperamento, que pode colidir com a falta de paciência dos adultos ou com a sua indisponibilidade para entrar nas brincadeiras da criança, o que vai acicatar ainda mais um certo mau feitio infantil ou pubertário.

      Educar um filho único é um pouco a política do impossível. Afinal, não há pais perfeitos...
Extraido de um cartaz: Pedro Miguel Moreira

segunda-feira, 2 de abril de 2012

A sexualidade desaparece com o Cancro?

Keeping your sex life going despite cancer treatment


Com as mãos construímos o mundo. Com as mãos fazemos Amor.  Com as mãos Somos Pessoas.
O Cancro é um erro da Natureza, não é uma Fatalidade: recorde-se!
In: Facebook

domingo, 1 de abril de 2012

Os sentidos enganam

In: Facebook Carlos Eduardo Carrion

     Um dos aspectos fascinantes da língua portuguesa prende-se com a sua malícia. De uma forma subtil e delicada criamos duplos sentidos, despertamos a ambivalência, distorcendo a formalidade das palavras e fazemos apelo ao simbolismo dos seus significados.
     A propósito deste imagem muitas frases se podem utilizar mas todas elas enfermam do mesmo equívoco: não descrevem a realidade, porque há uma ilusão de óptica. A imagem é uma ficção, embora, tantas vezes, a ficção tenha um pé na verdade. 
     Pode-se comer com os olhos. Mas se forem apenas os olhos a retratar o real, corremos o risco de cometer enganos triviais e desnecessários. Que eu seja cego, surdo e mudo...