terça-feira, 4 de outubro de 2011

A linguagem do amor - Mente e Cérebro

A linguagem do amor - Mente e Cérebro

Hoje alguém disse: "não consigo ter pensamentos positivos"sic.
A vivência quotidiana de um casal é modulada pela linguagem verbal.
Em que medida as palavras da experiência amorosa ajudam-nos a pensar de maneira diferente, a perceber a vida como algo gratificante, a alterar algumas crenças arreigadas?

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Um beijo contra crise!


Apregoam-se múltiplas medidas para proteger e valorizar as famílias. Mas faltam as propostas práticas. A começar pelo ajustamento dos horários de trabalho, permitindo que os dois adultos consigam partilhar algum tempo, pelo menos ao fim-de-semana. Tantos os casais em que os dois membros têm um desfasamento no respectivo dia de descanso semanal.

 Para além da demagogia própria de tantos governantes, com o intuito de melhorar a coesão familiar, seria interessante reabilitar determinadas práticas saudáveis, como é o caso do uso funcional do beijo nos casais, com mais ou menos longa duração. Beijar (com intencionalidade!) antes de adormecer. Beijar ao chegar a casa. Beijar quando se passeia na rua. Beijar em frente dos filhos. E noutras situações, mais ou menos sociais. E, sobretudo, beijar quando se faz amor. Este sim, deveria ser institucionalizado como um beijo obrigatório. Beijar desperta a intimidade, alimenta a função erótica. No Brasil, esta coisa do beijar é levada muito a sério. Até já existe uma espécie de barómetro dos sítios onde o beijo é mais utilizado nas interacções sociais: que nos sirva de lição!




domingo, 2 de outubro de 2011

Daniel Innerarity

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Pensar, nos dias que correm, pode ser um risco, mais do que uma aventura.
Passou a ser feio usar o nosso córtex pré-frontal, afirmar a nossa Humanidade, expressar ideias, defender sonhos, procurar mudanças. Prevalece o niilismo do "não pensar", atrever-se a afirmar a diferença não é bem visto. Mas curiosamente (ou não!) está na moda dizer, quase sempre com insensibilidade, "eu acho", "eu defendo que...". Debitam-se palavras sem ideias, a sustentabilidade da linguagem deixou de estar assegurada pelo pensamento. Opina-se por tudo e por nada. Já não se pensa para ser, mas tão só para existir. Contariando esta tendência de Espanha chegou "um bom vento", alguém que marca a diferença, pela sua serenidade e bom senso. Algo que faz falta. Um autor que profetiza a superioridade moral das convicções.
A sua obra está publicada em Portugal. 
PS: a imagem que acompanha este post foi tirada em Baiona (perto de Vigo) no dia 2 de Outubro. Um fim de tarde pacificador. Há coisas que encantam.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A Máscara do Rosto

Quem vê rostos vê corações! Em tempos de crise estamos a desaprender de sorrir. A delicadeza deixou de ser relevante. Tristezas não pagam dívidas mas, basta olhar à nossa volta, a melancolia está apoderar-se de todos, em particular, dos nossos idosos: também este país não é para velhos?

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

As Varinas e o "Objecto" Artistico


http://www.terranova.pt/index.php?idNoticia=12055


Mas ainda bem que as Sras. peixeiras mostraram que em Portugal há alguém que é capaz de se revoltar, tanta a docilidade (domesticação?) com que os nossos compatriotas convivem com o desespero social provocado pelos erros dos políticos. Grandes heroínas! Um clamor nunca fez mal a ninguém.

Ode para um ente querido numa tarde de Outono!

 Passamos a vida a reivindicar espaço dentro das relações. “Dá-me espaço se não sufoco!”
E quando surge a Morte? Fica o espaço todo e não sabemos o que fazer com ele.
Morrer é deixar partir... para o nunca.
Morrer é não partir com a pessoa que desaparece. Ficar por ela, mas já sem ela, com a seiva das estrelas e uma fome de esperança. 
asantiago72