quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Highest Testosterone Levels Equal Lowest Risk for CV Events
Highest Testosterone Levels Equal Lowest Risk for CV Events
É muito controversa a utilização da Testosterona na biologia humana. Sobretudo, nos homens. Entretanto, periodicamente vão surgindo trabalhos que apontam para necessidade de procedermos à sua monitorização. Novas perspectivas terapêuticas?
terça-feira, 4 de outubro de 2011
A linguagem do amor - Mente e Cérebro
A linguagem do amor - Mente e Cérebro
Hoje alguém disse: "não consigo ter pensamentos positivos"sic.
A vivência quotidiana de um casal é modulada pela linguagem verbal.
Em que medida as palavras da experiência amorosa ajudam-nos a pensar de maneira diferente, a perceber a vida como algo gratificante, a alterar algumas crenças arreigadas?
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Um beijo contra crise!
Apregoam-se
múltiplas medidas para proteger e valorizar as famílias. Mas faltam as propostas
práticas. A começar pelo ajustamento dos horários de trabalho, permitindo que
os dois adultos consigam partilhar algum tempo, pelo menos ao fim-de-semana.
Tantos os casais em que os dois membros têm um desfasamento no respectivo dia
de descanso semanal.
Para além da demagogia própria de tantos
governantes, com o intuito de melhorar a coesão familiar, seria interessante reabilitar determinadas práticas saudáveis, como
é o caso do uso funcional do beijo nos casais, com mais ou menos longa duração.
Beijar (com intencionalidade!) antes de adormecer. Beijar ao chegar a casa. Beijar
quando se passeia na rua. Beijar em frente dos filhos. E noutras situações,
mais ou menos sociais. E, sobretudo, beijar quando se faz amor. Este sim,
deveria ser institucionalizado como um beijo obrigatório. Beijar desperta a
intimidade, alimenta a função erótica. No Brasil, esta coisa do beijar é levada muito a sério. Até já existe uma espécie de barómetro dos sítios onde o beijo é mais utilizado nas interacções sociais: que nos sirva de lição!
domingo, 2 de outubro de 2011
Daniel Innerarity
Daniel Innerarity daniel innerarity, filosofía, filosofía política, filosofía social, teoría política, sociedad del conocimiento, ética, universidad de zaragoza, opinión en El País, opinión en El Correo, mundo contemporáneo, hospitalidad, transformación de la política, premio nacional de ensayo, sociedad, ensayo en españa
Pensar, nos dias que correm, pode ser um risco, mais do que uma aventura.
Passou a ser feio usar o nosso córtex pré-frontal, afirmar a nossa Humanidade, expressar ideias, defender sonhos, procurar mudanças. Prevalece o niilismo do "não pensar", atrever-se a afirmar a diferença não é bem visto. Mas curiosamente (ou não!) está na moda dizer, quase sempre com insensibilidade, "eu acho", "eu defendo que...". Debitam-se palavras sem ideias, a sustentabilidade da linguagem deixou de estar assegurada pelo pensamento. Opina-se por tudo e por nada. Já não se pensa para ser, mas tão só para existir. Contariando esta tendência de Espanha chegou "um bom vento", alguém que marca a diferença, pela sua serenidade e bom senso. Algo que faz falta. Um autor que profetiza a superioridade moral das convicções.
A sua obra está publicada em Portugal.
PS: a imagem que acompanha este post foi tirada em Baiona (perto de Vigo) no dia 2 de Outubro. Um fim de tarde pacificador. Há coisas que encantam.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
A Máscara do Rosto
Quem vê rostos vê corações! Em tempos de crise estamos a desaprender de sorrir. A delicadeza deixou de ser relevante. Tristezas não pagam dívidas mas, basta olhar à nossa volta, a melancolia está apoderar-se de todos, em particular, dos nossos idosos: também este país não é para velhos?
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
As Varinas e o "Objecto" Artistico
http://www.terranova.pt/index.php?idNoticia=12055
Mas ainda bem que as Sras. peixeiras mostraram que
em Portugal há alguém que é capaz de se revoltar, tanta a docilidade
(domesticação?) com que os nossos compatriotas convivem com o desespero social
provocado pelos erros dos políticos. Grandes heroínas! Um clamor nunca fez mal
a ninguém.
Ode para um ente querido numa tarde de Outono!
Passamos a vida a reivindicar espaço dentro das relações. “Dá-me espaço se não sufoco!”
E quando surge a Morte? Fica o espaço todo e não sabemos o que fazer com ele.
Morrer é deixar partir... para o nunca.
Morrer é não partir com a pessoa que desaparece. Ficar por ela, mas já sem ela, com a seiva das estrelas e uma fome de esperança.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Oscillatory Thoughts: Self-stimulating the brain for heterosexual sex with a prostitute. Seriously.
Oscillatory Thoughts: Self-stimulating the brain for heterosexual sex with a prostitute. Seriously.
O pseudo-admirável Mundo Novo está à nossa espera, é tudo uma questão de tempo?
O pseudo-admirável Mundo Novo está à nossa espera, é tudo uma questão de tempo?
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